{"id":78,"date":"2021-03-06T16:41:58","date_gmt":"2021-03-06T19:41:58","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:8888\/hangar-expo\/?p=78"},"modified":"2021-08-17T15:24:00","modified_gmt":"2021-08-17T18:24:00","slug":"2017-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.hangar110.com.br\/cartazesquecontamahistoria\/2017-2\/","title":{"rendered":"2017"},"content":{"rendered":"\n<p>O ano come\u00e7a com um desafio de manter a casa aberta at\u00e9 dezembro, apesar do apoio por parte do p\u00fablico, da m\u00eddia, dos m\u00fasicos os shows continuavam com baixo p\u00fablico. L\u00f3gico que bandas como Dead Fish, Rancore, conseguiram logo em janeiro fazer dois dias esgotados. Por\u00e9m o ano inteiro, os shows foram abaixo do esperado.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo assim alguns shows foram marcantes, Left For Dead, Ratos de Por\u00e3o como sempre muito bom, No Fun At All pela quinta vez e CJ Ramone pela sexta vez, mantiveram uma boa m\u00e9dia de p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Um par\u00eantese para a parte gr\u00e1fica dos cartazes, que nos \u00faltimos anos vinha tendo uma qualidade excelente. A tecnologia evoluiu e arrastou consigo esse segmento das artes.<\/p>\n\n\n\n<p>A alta defini\u00e7\u00e3o agora n\u00e3o \u00e9 mais exclusividade de grandes shows com mais recursos, o acesso \u00e0 internet e a bons equipamentos acabaram democratizando o processo e como resultado as boas id\u00e9ias ganharam forma. A defini\u00e7\u00e3o, as cores, com certeza os cartazes ficaram muito mais bonitos.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o ano todo n\u00e3o foi levado muito a s\u00e9rio o fechamento do Hangar e talvez a ficha s\u00f3 tenha ca\u00eddo mesmo quando dezembro chegou.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram 17 shows em 23 dias, em alguns dias foram dois no mesmo dia, s\u00e3o os casos do NX Zero e do CPM22.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro show do m\u00eas foi Pense, uma banda da nova safra do Hardcore Nacional, letras otimistas e atuais, junto com Menores Atos botaram o Hangar de cabe\u00e7a pra baixo. Na sequ\u00eancia Chuck Ragan vocal do Hot Water Music, junto com ele o Racquet Club e o Garage Fuzz, um dia com uma montanha russa de emo\u00e7\u00f5es. Gorgoroth de Black metal da Noruega, Gl\u00f3ria e Desalmado, Esteban Tavares, Matanza, Strike, Nitrominds e Garotos Podres, Flicts, Exclu\u00eddos, Deserdados e Dr\u00e1kula, Dead Fish, N\u00e3o H\u00e1 mais volta e Blackjaw, Sugar kane, Zander e Corona Kings, NX Zero, Dead Fish, Abraskadabra, O Inimigo e Backdrop Falls, Hateen, CPM22.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi uma grande demonstra\u00e7\u00e3o de amor e carinho, que n\u00e3o s\u00f3 as bandas mas o p\u00fablico fizeram quest\u00e3o de enfatizar. Se por um lado nos colocavam a d\u00favida se est\u00e1vamos fazendo a coisa certa, por outro nos dava a certeza de ter feito um bom trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c Tanto dos amigos que fizemos como dos rostos an\u00f4nimos, foram demonstra\u00e7\u00f5es de amor que vamos guardar pra sempre com muito carinho.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de toda essa carga emocional, um dos momentos mais tristes, e ai n\u00e3o digo do Hangar mas sim na vida. Era um domingo, dia do show do Chuck Ragan, diga-se de passagem um show bem esperado pelos f\u00e3s, por\u00e9m acordamos com uma not\u00edcia devastadora, nossa amiga Cherry havia falecido. Ela j\u00e1 n\u00e3o estava bem na tour que fazia com a banda NervoChaos e chegando ao Brasil &nbsp;foi operada e n\u00e3o resistiu, tudo muito r\u00e1pido e inexplic\u00e1vel. Mais um bom cora\u00e7\u00e3o que se foi. Sentimos muito sua falta!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ano come\u00e7a com um desafio de manter a casa aberta at\u00e9 dezembro, apesar do apoio por parte do p\u00fablico, da m\u00eddia, dos m\u00fasicos os shows continuavam com baixo p\u00fablico. L\u00f3gico que bandas como Dead Fish, Rancore, conseguiram logo em janeiro fazer dois dias esgotados. Por\u00e9m o ano inteiro, os shows foram abaixo do esperado. 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